Secretário de Saúde apresenta nova proposta de contratualização à SES

Nessa quinta-feira, 24 de janeiro, o secretário municipal de Saúde, Rogério Leite, entregou a proposta da nova contratualização da Santa Casa de Corumbá pessoalmente ao secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende.  “O Governo do Estado nunca fechou a porta para Santa Casa e para Corumbá, pelo contrário, sempre foi, sempre foi parceiro. O grande problema nosso é o subfinanciamento da saúde e das Santa Casas”, afirmou.

 

“Com essa proposta entregue e protocolada hoje, queremos a construção de uma nova contratualização – que se encerra agora em fevereiro e precisa ser renovada – capaz de aumentarmos o trabalho executado no hospital para toda região”, complementou Rogério. Esse documento agora será analisado pela equipe técnica da Secretaria Estadual de Saúde.

 

“Nesse documento colocamos todos os serviços que fazemos, toda a ampliação que pode ser feita, como uma macrorregião em saúde, e o financiamento de como seria feito. Propomos o Município arcar com R$ 750 mil mensais, e o Estado fomentando a macrorregionalização em saúde com o aporte de R$ 1,5 milhão”.

 

Nessa proposta está inserido o fomento da regionalização em saúde, abrindo a Santa Casa para cirurgias eletivas, seja na área de ortopedia e cirurgia geral, para outras macro e microrregiões, também fomentando trazer os pacientes que, caso precisem da ginecologia obstetrícia para Corumbá, assim também como uma parte de Unacon, que seria o tratamento de oncologia, para Corumbá.

 

“Temos uma dificuldade da Unacon hoje no Estado e em Corumbá ela está muito bem. Assim abriríamos a rede para trazer esses pacientes para cá. Foi entregue também as propostas, projetos, de serviços no que tange à Atenção em Saúde. Colocamos a condição de aparelhos que façam a videolaparoscopia, a videoscopia, a colonoscopia, ultrassom dentário e outros aparelhos que beneficiariam a estrutura de saúde da região”, reforçou Rogério Leite

 

“Apresentamos ainda a situação orçamentária e o déficit financeiro em relação ao custeio das ações. Mostramos o que temos hoje de medicamentos e materiais que poderiam ser ajudados num repasse emergencial para a Santa Casa. Foi solicitado esse aporte emergencial para que a gente consiga custear e não parar as cirurgias e pagar todos os servidores e fornecedores da Santa Casa”, concluiu o secretário municipal de Saúde.