Com quase 90 capoeiristas, encontro incentiva prática da modalidade

O 2° Encontro de Capoeira Cidade Branca reuniu aproximadamente 90 capoeiristas de Corumbá; Ladário e Campo Grande. Realizado por meio da Secretaria Especial de Cidadania e Direitos Humanos, através da Coordenadoria de Políticas Públicas para a Juventude e Coordenadoria de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial, o encontro aconteceu na quadra da Escola Estadual Octacílio Faustino da Silva na tarde do sábado, 21 de julho.

 

A ação comemorou – de forma antecipada – o Dia do Capoeirista, que é celebrado em 03 de agosto. A capoeira é reconhecida como um patrimônio cultural imaterial brasileiro, de acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), órgão vinculado ao Ministério da Cultura.

 

O evento promoveu Roda de Capoeira nas categorias Infantil, Infanto-Juvenil e Adulto, com premiações de troféus e medalhas; batizado e trocas de graduações; rodas com participações de todos os grupos da região e aulão com certificado.

 

“Nosso intuito foi incentivar a prática da modalidade em Corumbá e em nossa região, tivemos a participação de seis grupos de capoeiras. Buscamos mostrar essa arte, essa expressão cultural para toda a população. O prefeito Marcelo Iunes deu todo apoio para a iniciativa”, disse o coordenador de Políticas Públicas para a Juventude, Diego Coelho.  


Capoeira

 

A capoeira é uma expressão cultural caracterizada por seus movimentos ágeis e harmoniosos, em ritmo de música e aspectos coreográficos. Na capoeira os praticantes utilizam mais os movimentos com os pés e a cabeça e menos os movimentos com as mãos.

 

A capoeira surgiu no Brasil, como uma forma de resistência dos escravos trazidos da África na época colonial. Além de ser utilizada para defesa física, a capoeira foi uma forma de resguardar a identidade dos escravos africanos. Principalmente porque ela se consolidou no Quilombo dos Palmares. Com informações do site Infoescola.