Aprovação da administração do prefeito Paulo Duarte cresce em Corumbá

Pesquisa publicada nesta sexta-feira, 22, pelo Jornal Correio do Estado, aponta que 42,64% da população corumbaense aprova a administração do prefeito Paulo Duarte, segundo o Instituto de Pesquisas de Mato Grosso do Sul (Ipems). O número foi o melhor registrado desde abril do ano passado quando ele obteve 32,33% da avaliação ótima ou boa. O Ipems ouviu 300 residentes na cidade entre os dias 08 e 09 de abril deste ano. A margem de erro é de 5,66.

 

O aumento da aprovação de Duarte ocasionou, por consequência, a queda da rejeição do eleitorado ao seu governo. Conforme a amostragem, neste mês, os que desaprovam a gestão do pedetista somou 28,53%. Em 2015, os descontentes totalizaram o percentual de 30,33%.

 

Duarte tem 9,25% de avaliação ótima, nos bairros Nova Corumbá, Guanã e Guatós.  Sua administração é considerada boa por 63,47% dos moradores do Dom Bosco e definida como péssima por 34,33% dos corumbaenses que vivem no Cervejaria e Beira Rio.

 

Quanto ao gênero, a gestão do prefeito é considerada ‘boa’ por 39,86% do público masculino. As mulheres, por sua vez, somaram 36,90%. A desaprovação de seu governo, por outro lado, foi mais alta entre o público feminino, registrando 31,40% da avaliação ruim e péssima. Os homens, neste quesito, alcançaram percentual de 25,49%.

 

Conforme o Ipems, 43,24% dos jovens de 25 a 34 anos são os que mais classificaram a administração de Duarte como boa. Depois deles vêm aqueles com idade de 16 a 24 anos, com 42,60%. A desaprovação foi maior, 36,17%, na faixa etária que compreende os entrevistados de 35 a 44 anos.

 

O Ipems ouviu moradores da região central, Popular Nova, Popular Velha, Maria Leite, Centro América, Cervejaria, Beira Rio, Cristo Redentor/Vitória Régia, Nova Corumbá/Guanã/Guatós, Jardim dos Estados, Guarani, Nossa Senhora de Fátima, Dom Bosco, Aeroporto e Universitário.

 

pesquisa

Pesquisa foi realizada em Corumbá nos dias 08 e 09 de abril, com 300 entrevistas e margem de erro de 5,66% (Fonte IPEMS)