Transformando avenida em campo de futebol, Imperatriz quer “fazer gol” no Acesso

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Imperatriz Corumbaense apostou na mistura que o Brasil já consagrou: samba e futebol. Com o enredo, “Samba e Bola no Pé – A paixão do povo e da Imperatriz é o futebol” a escola com sede no bairro Aeroporto levou para a passarela do samba 600 integrantes em 14 alas.

 

Além dos grandes times consagrados de São Paulo (Corinthians, Palmeiras, etc) e Rio de Janeiro (Flamengo, Vasco, Fluminense entre outros), o carnavalesco Jonilson Arguelho não se esqueceu do local e guardou espaço especial para o Corumbaense e Riachuelo, times que fizeram história no esporte bretão na Cidade Branca.

 

A comissão de frente trouxe uma alegoria que representou o tatu-bola,  animal que foi mascote da Copa de 2014. Do interior da alegoria, os integrantes saíram fantasiados de índios para remeter ás origens do povo brasileiro.

 

O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira trouxe a amarga lembrança da Alemanha campeã da Copa em 2014 quando tirou do Brasil a chance de mais um campeonato mundial numa goleada inesquecível. Já o casal mirim veio com a mensagem de paz entre as torcidas, deixando o recado que os estádios devem primar por ser um local que deve ser frequentado por toda família, incluindo as crianças.

 

A bateria com seus 80 ritmistas usaram trajes em verde, amarelo e azul, simbolizando o sonho que a maioria dos meninos tem em defender as cores do Brasil em campeonatos mundiais de futebol. À frente dos ritmistas, a rainha da bateria, Cecília Santana, veio encantando o público com simpatia peculiar.

 

Um dos carros alegóricos veio na representação de uma mesa de pebolim com bonequinhos e destaques que simbolizaram uma partida regional clássica: Corumbaense versus Riachuelo.

 

Pelé, o Rei do Futebol, veio para a avenida General Rondon em uma grande alegoria, bem como a jogadora Marta, maior atleta feminina do futebol brasileira e por várias vezes ganhadora do prêmio Bola de Ouro.

 

Após a passagem de todas as alas e carros alegóricos, a bateria saiu do recuo e conduziu a escola até à dispersão. Toda evolução da agremiação foi acompanhada de perto pelo presidente Clemílson Medina.