Planejamento familiar é tema de capacitação na Rede de Saúde Pública

A Prefeitura por meio da Secretaria de Saúde concluiu no último final de semana, a capacitação de toda a Rede de Saúde Pública com foco em Planejamento Familiar. O trabalho envolveu todas as 27 equipes da Estratégia de Saúde da Família, integradas por médicos, coordenadores e agentes comunitários de saúde.

 

A capacitação foi ministrada pelo responsável em Planejamento Familiar, o ginecologista Carlos Campos de Figueiredo, do Centro de Saúde da Mulher, que destacou os métodos contraceptivos que são utilizados pela Rede de Saúde, conforme orientações do Ministério da Saúde que, desde 2009, tem reforçado a política de planejamento, ampliando o acesso aos mais de oito tipos de preventivos disponibilizados nas unidades de saúde.

 

Nas palestras, Carlos Figueiredo procurou explicou de maneira bastante simples e fácil, de forma que os capacitados possam repassar as informações para a comunidade. “São informações sobre os tipos de métodos contraceptivos que a nossa rede oferece de forma gratuita”, observou, ressaltando que os profissionais capacitados são importantes neste processo, “pois são as pessoas que tem contato direto com a comunidade e muitas vezes são eles que esclarecem a maioria das dúvidas dessas população antes de chegarem até ao médico”.

 

Ainda de acordo com o médico, a rede saúde disponibiliza  hoje as seguintes formas de contraceptivos: DIU (Dispositivo Intrauterino) de metal e hormonal, que protege a mulher por 10 anos; a injeção anticoncepcional (trimestral); pílula anticoncepcional; pílula do dia seguinte (que é dada somente em casos específicos para a população); pílula da amamentação; implante de anticoncepcional (que dura em média três anos); vasectomia, e a laqueadura.

 

“É importante que todos saibam como e quando podem ser usados cada um desses métodos. A vasectomia e a laqueadura por exemplo, por lei, a mulher e o homem podem fazer só a partir dos 25 anos ou com mais de dois filhos. Existem casos que são analisados pelo Comitê de Planejamento Familiar que é formado por um médico, uma enfermeira, um assistente social e uma psicóloga, que irá analisar se aquele caso pode passar por esse procedimento ou se deve optar por um outro tratamento preventivo oferecido pela rede”, concluiu Carlos Figueiredo.