Drenagem, obra que não aparece, mas de extrema importância para Corumbá

Dramas como das famílias do Cravo III, se depender da Prefeitura, vão acabar em Corumbá. Apesar de ser uma obra cara devido ao terreno rochoso da cidade, e que não aparece (por isso muitos não gostam de fazer), o prefeito Paulo Duarte assegura que é a alternativa encontrada para garantir condições digna de vida para a população.

 

O Cravo Vermelho foi um desafio. Os problemas da comunidade local com as chuvas vinham sendo acompanhados pelo prefeito já há alguns anos. Nos primeiros dias de sua administração, ele esteve no local, conversou com os moradores e revelou que iria buscar uma solução.

 

E a alternativa encontrada foi executar a rede de drenagem com recursos próprios. “É uma obra que muitos não gostam de fazer porque não aparece, mas é de extrema importância. Por isto mesmo aplicamos recursos próprios na sua execução”, ressaltou. “Além disso, é uma obra que encarece devido ao nosso tipo de terreno, rochoso. Mesmo assim, encaramos o problema, tudo para melhorar as condições de vida das famílias que residem no Cravo”, completou.

 

O Chefe do Executivo corumbaense lembra também que a Prefeitura está trabalhando novos projetos de drenagem para solucionar este tipo de problema que afeta comunidades de outras regiões da cidade, “mesmo sabendo que depois vem o asfalto e ninguém lembra que, por ali, passou uma obra de drenagem. Mas, o importante é solucionar situações como esta do Cravo e de outras regiões”, disse.

 

Residenciais

 

Duarte lembra os projetos em andamento e aqueles que estão em fase de tramitação no Governo Federal. “Estamos com dois residenciais com 1.040 unidades habitacionais em construção. Os dois contarão com toda infraestrutura necessária. Antes do asfalto, vem a drenagem. Já temos muitos problemas antigos que estamos procurando resolver. Não podemos, de forma alguma, implantar novos empreendimentos e deixar um serviço como este de lado. Seria aumentar um sério problema que afeta a nossa população. Temos que resolver e não aumentar os problemas”, afirmou, lembrando a situação das famílias residentes no Residencial Conquista Guató, construído na divisa com Ladário, sem a infraestrutura necessária e que, hoje, sofre com inundações.