Jovens mostram sua arte com manobras radicais e pinturas artísticas no FAS

Evoluções radicais e pinturas artísticas em pontos diferentes da cidade. Nos três últimos dias a população corumbaense está tendo a oportunidade de conhecer mais de perto, a arte praticada por skatistas e de grafiteiros que estão deixando suas marcas na área urbana da cidade. São grupos de Corumbá, Campo Grande e de São Paulo que estão tendo uma participação importante na décima primeira edição do Festival América do Sul.

 

Os grupos estão sendo coordenados pelas equipes da Gerência da Juventude da Casa da Cidadania da Prefeitura de Corumbá, ligada à Secretaria de Assistência Social e Cidadania, e chamam a atenção por onde passam. Foi assim nessa sexta-feira, 02, no Porto Geral, Bairro Aeroporto e no Moinho Cultural, onde os jovens e adolescentes estão podendo mostrar um pouco das suas atividades ligadas às artes urbanas.

 

“São integrantes dos movimentos urbanos que estão tendo a oportunidade de mostrar sua arte. No primeiro dia, quinta-feira, para se ter uma ideia, os grafiteiros transformaram as paredes da sede do Instituto de Capoeira Cordão de Ouro. Na sexta, foi a vez do Moinho Cultural e, neste sábado, eles estão trabalhando o muro do Estádio Arthur Marinho. É apenas uma parte das intervenções dos grafiteiros”, explicou o subsecretário de Assistência Social e Cidadania, Nilo Corrêa.

 

A movimentação tem sido acompanhada de perto pela equipe da Casa da Cidadania. “Estamos com três grupos envolvidos, o de Corumbá, Eterno Art Crew; o 6emeio de São Paulo, e o grupo Pink de Campo Grande. A maioria são jovens corumbaenses que estão tendo a oportunidade de conhecer novas técnicas e aprimorar o aprendizado”, explicou o subsecretário, observando que estão sendo feitas pinturas artísticas em postes, bueiros, e cenários que construtivos e criativos à transformação e embelezamento dos espaços urbanos.

 

Todo o trabalho artístico está sendo documentado, visando a produção de um documentário que servirá para ampliar os conhecimentos, inclusive de novas técnicas. O líder do Eterno Art Crew, Elker ‘Primo’, é um dos mais entusiasmado e destaca a importância de se documentar todo o trabalho, para aprimorar as ações daqui para frente.

 

Nilo diz que isto é resultado do trabalho que vem sendo desenvolvido pela Prefeitura, principalmente por meio do apoio na construção dos movimentos urbanos no Município. “Desde que essa política de desenvolvimento das potencialidades locais da arte urbana foi proposta pelo prefeito Paulo Duarte, diversas ações foram encaminhadas, como a participação efetiva dos movimentos nas edições do Juventude na Praça, na cedência da Oficina de Dança para os treinamentos dos Bboys, a reforma da pista de skate, por proposta dos próprios skatistas, além das iniciativas de apoio e a grafitagem no Morro do Cruzeiro, como parte das atividades do Pantanal Extremo”, afirmou.

 

Skatistas

 

Além dos grupos de grafiteiros, a cidade está recebendo um grupo de skatistas de Campo Grande que, com o de Corumbá, estão sendo responsáveis por evoluções radicais em pontos diferentes da cidade. O trabalho também está sendo documentado e servirá para aprimoramento das evoluções.

 

Nilo Corres diz que tudo isto é resultado do trabalho que vem sendo desenvolvido pela Prefeitura, principalmente por meio do apoio na construção dos movimentos urbanos no Município. “Desde que essa política de desenvolvimento das potencialidades locais da arte urbana foi proposta pelo prefeito Paulo Duarte, diversas ações foram encaminhadas, como a participação efetiva dos movimentos nas edições do Juventude na Praça, na cedência da Oficina de Dança para os treinamentos dos Bboys, a reforma da pista de skate, por proposta dos próprios skatistas, além das iniciativas de apoio e a grafitagem no Morro do Cruzeiro, como parte das atividades do Pantanal Extremo”, afirmou.

 

Em relação à participação no festival, o subsecretário informa que a oportunidade surgiu devido ao destaque que os movimentos urbanos tiveram, com o apoio da Gerência da Juventude, “permitindo maior visibilidade dessas ações das pessoas que integram os movimentos que, por muito tempo, foram marginalizados, mas que refletem a realidade das ruas, além de ser uma forma criativa de expressão” comentou Nilo Corrêa.