Mattioli elogia o Pantanal Extremo: “é maravilhoso nadar aqui, surreal”

Ele já participou de competições em todos os continentes. É detector de 52 recordes mundiais, medalhista olímpico em Moscou no revezamento 4 x 200 metros livres, juntamente com Jorge Fernandes, Djan Madruga e Cyro Delgado. Mas, competir em Corumbá, na Maratona Aquática do Pantanal Extremo, foi considerado “surreal” por Marcus Mattioli que, aos 53 anos, já foi considerado por duas vezes, como o melhor atleta máster do mundo, na natação.

 

“A natureza, jacaré, ariranha, piranha… vai ser uma prova interessante, surreal. É maravilhoso nadar aqui, participar de um evento muito legal, importante… Os organizadores estão de parabéns”, comentou Marcus Mattioli, momentos antes da largada da prova no Parque Marina Gattass.

 

Cumprido o percurso, enquanto se refrescava com água gelada, ele conversou bastante com o prefeito Paulo Duarte que visualizou esta competição logo no início da sua administração. Disse ter sido a primeira vez que compete no Pantanal e que pretende voltar.

 

Atleta da equipe mineira do Olympikus, Marcus Mattioli comentou também que sua presença na Maratona Aquática do Pantanal Extremo, é um incentivo para os jovens, as crianças, praticarem esporte, a natação. Em rápida palavras, ele fez um relato da sua carreira que o levou à medalha olímpica em 1980, em Moscou. Parou em 1981, retornou em 85, disputou um mundial e chegou às finais, para em 1988, encerrar a carreira.

 

Em 2005, aos 44 anos, resolveu retornar à natação, desta vez, na categoria máster. Nos Jogos Mundiais Máster de Turim, em agosto deste ano na Itália, ele conquistou 12 medalhas, sendo sete de ouro. É detentor de 52 recordes mundiais e, por duas vezes, foi considerado o melhor nadador máster do mundo. Além disso, é detentor do maior número de medalhas em jogos mundiais, sendo 26 de ouro, quatro de prata e duas de bronze.