Paralisia cerebral é tema de encontro do CMADIJ nesta sexta-feira

Professores das salas de atendimento educacional especializado das escolas municipais Tilma Fernandes, Cássio Leite de Barros e Luiz Feitosa Rodrigues, participam nesta sexta-feira (25), de um grupo de estudos organizado pelo Centro Multiprofissional de apoio ao Desenvolvimento Infanto Juvenil (CMADIJ), no CAIC Padre Ernesto Sassida. Os trabalhos acontecem no período vespertino e é uma continuidade de uma atividade iniciada há dois meses.

 

O tema a ser trabalhado nesta sexta, segundo a gestora do Centro, psicóloga e psicopedagoga Sabah Robban, será sobre ‘Paralisia cerebral, causas, prevenção, tratamento, acompanhamento clínico e pedagógico escolar’. Terá como ministrante, o fisioterapeuta do órgão, Luis Mauricio Papa.

 

Este será o sétimo encontro promovido pelo CMADIJ que já permitiu tratar de temas como a parceria entre a Saúde e a Educação; dificuldade de aprendizagem e avaliação do deficiente intelectual; altas habilidades (dois encontros); altas habilidades e hiperatividade, e avaliação e dificuldade de aprendizagem para todos os alunos.

 

São temas escolhidos e sugeridos pela equipe do CMADIJ junto com as professoras das salas de atendimento educacional especializado, com a finalidade de orientar e acompanhar o trabalho pedagógico dos professores da REME para que os mesmos possam sanar as dificuldades encontradas em sala de aula.

 

O CMADIJ é uma porta aberta para que a inclusão seja realizada de fato, visando a qualidade no ensino e o bem estar, tanto dos educadores quanto dos alunos. É um órgão da Prefeitura de Corumbá, vinculado às secretarias de Saúde e da Educação com a finalidade de trabalhar os alunos da Rede Municipal de Educação dentro da área da educação especial, focalizando a inclusão em todos os aspectos.

 

“O nosso trabalho é realizado juntamente com as instituições escolares da REME, desde avaliação; encaminhamentos; acompanhamentos; capacitação e formação em serviço; palestras educativas e preventivas; atendimentos pedagógico, psicopedagógico para alunos com dificuldades na aprendizagem e clínico”, explica Sabah, lembrando que a demanda é grande, principalmente nas áreas de fonoaudiologia e psicologia infanto juvenil.