Com ações sociais, Prefeitura conclui obras da primeira galeria

A obra física já foi concluída. Agora, a Prefeitura de Corumbá em parceria com a Universidade Anhanguera-Uniderp, prepara a finalização dos trabalhos da área atendida pela primeira galeria celular implantada na cidade pela administração do prefeito Ruiter Cunha de Oliveira (PT), na região leste da cidade que, em 1992, foi bastante castigada pelas chuvas, causando enormes prejuízos à população. Será uma ação social, com entrega de folhetos informativos e a marcação de uma reunião com a comunidade, quando serão repassadas todas as informações sobre a obra e os benefícios que ela traz à cidade.

A galeria é uma das quatro que a Prefeitura executa na cidade em parceria com o Governo Federal, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 1). Faz parte de um grande pacote de investimentos na cidade de R$ 79,3 milhões, sendo R$ 24,7 milhões oriundos de arrecadação da própria Prefeitura, e incluem também outras obras de infraestrutura, educação, saúde, lazer, social e muitas outras.

"A etapa da obra física já foi concluída, inclusive a parte mais complicada que foi a travessia dos trilhos. Agora, vamos realizar a etapa prevista no PAC Social que é manter um contato mais direto com a população atendida pelos serviços, e mostrar a importância desta galeria para a região", observou a coordenadora técnica social do PAC, Luciane Andreata de Castro, adiantando que esta etapa terá apoio de alunos da Uniderp.

A assistente social comenta que o projeto do PAC é bastante amplo e contempla um trabalho social importante para conscientizar a população sobre os benefícios da obra e a necessidade de preservá-la. Cita também que esta galeria atende três regiões importantes, como a Popular Velha, Centro Américo e parte do centro da cidade. "São cerca de 600 famílias que serão visitadas neste período e que deverão estar presentes no encontro quem marcará a conclusão dos trabalhos", observou.

Esta é a primeira das quatro galerias celulares que a Prefeitura implanta na cidade. Conta com 1,3 mil metros e foi iniciada pela Rua Tenente Melquíades de Jesus com a América. Ali ela foi interligada à galeria existente ao lado da Escola Tenir, que deságua no Rio Paraguai. A obra passou pela Rua Colombo e Geraldino Martins de Barros, antiga Oriental. Foi interligada à galeria do Cristo Redentor (que corta a Popular Velha). Foi também interligada a uma rede de água pluvial da Popular Velha e uma galeria (macrodrenagem) de 960 metros de extensão, que passa atrás do Parque Urbano Zumbi dos Palmares.

A obra é considerada de extrema importância para acabar com a sobrecarga da galeria existente na Rua Antônio João e de outras regiões da cidade, como os bairros Centro América, Maria Leite e Previsul. Além dela, outras três estão em andamento. Uma na Rua Firmo de Matos, no Bairro Nossa Senhora de Fátima, da Duque de Caxias até a Joaquim Wenceslau de Barros, que será interligada à galeria da Rua Luis Feitosa, atingindo a Alameda Havaí, no centro da cidade, até chegar ao Rio Paraguai.

As outras duas estão sendo implantadas no Bairro Aeroporto, um dos mais castigados por chuvas e também devido à grande quantidade de minadouros existentes na localidade. Uma é na Rua Joaquim Wenceslau de Barros, que está sendo interligada à existente no Aeroporto Internacional, desaguando na Baia do Tamengo, e a outra na Rua José Fragelli, cortando todo o bairro Aeroporto, da Wenceslau de Barros até a Dom Pedro II, na Popular Nova, cerca de um quilômetro. Todas fazem parte do PAC 1.