Prefeitura prepara construção de mais 736 casas em Corumbá

A Prefeitura de Corumbá inicia 2012 visualizando a construção de mais 736 casas para atender famílias de baixa renda. São 400 unidades do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), e outras 336 do Corumbella I, dentro do Programa Minha Casa Minha Vida. Todos os projetos já foram aprovados pelo Governo Federal e os novos conjuntos habitacionais serão dotados de toda infraestrutura, como drenagem, pavimentação asfáltica e equipamentos urbanos.

As 400 unidades habitacionais do PAC 2, no âmbito do programa Minha Casa Minha Vida, serão implantadas em dois novos conjuntos habitacionais na cidade, um na região do Bairro Guató, e o segundo na Popular Nova e Jardim dos Estados. Serão 200 casas em cada localidade. A Prefeitura de Corumbá, inclusive, já foi autorizada pela Caixa Econômica Federal para iniciar processo licitatório visando implantação de obras de infraestrutura nas áreas.

Somente na região da Popular Nova e Jardim dos Estados, a Caixa autorizou processo licitatório no valor de R$ 7.924.687,12 para construção de uma escola e uma unidade básica de saúde, além de drenagem e pavimentação asfáltica, e outros R$ 6.520.590,89 para infraestrutura urbana e uma escola no Bairro Guató, onde serão construídas as 400 unidades habitacionais. As outras 336 moradias integram o Corumbella I, projeto que faz parte do Minha Casa Minha Vida, que já está permitindo a implantação de 260 habitações no Bairro Giuató, próximo à Escola Almirante Tamandaré e ao conjunto do PAC Casa Nova.

Déficit e queda

Com as casas previstas, em construção e já concluídas, a Prefeitura está reduzindo sensivelmente o déficit habitacional na cidade, estimado em 4,5 moradias no começo de 2005, quando o prefeito Ruiter Cunha de Oliveira (PT) iniciou sua primeira gestão. Os índices atuais já estão bem abaixo nos dias atuais e a projeção do prefeito é chegar ao final de seu governo, com uma redução superior a 55%, disponibilizando condições dignas de moradia para mais de 2.500 famílias, principalmente aquelas que residem em áreas de risco.

O prefeito corumbaense tem acompanhado de perto a construção dos novos conjuntos habitacionais na cidade. "Quando iniciamos nossa primeira administração, uma das principais preocupações era com relação ao déficit habitacional. Hoje, com apoio do Governo Federal e da própria iniciativa privada, estamos conseguindo reduzir os índices, diminuindo o déficit, construindo casas para as famílias que mais necessitam", comemorou o prefeito, projetando mais unidades habitacionais até o final de seu governo, em 2012, lembrando também a parceria estabelecida com a Mineradora Vale, que será responsável pelas obras de infraestrutura no Corumbella II.

Ao fazer um balanço do programa habitacional em desenvolvimento na cidade, o chefe do executivo corumbaense destacou as 800 moradias do PAC I (o PAC – Casa Nova), já com mais de 330 casas habitadas (as demais serão entregues a partir da implantação de redes de água e esgoto sanitário previstos para este início de 2012); 338 do Promoradia, no Bairro Aeroporto; as 112 do PAC-FNHIS (Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social), em construção; 260 do Corumbella II; outras 336 do Corumbella I, ambas do programa Minha Casa Minha Vida, além das 400 unidades do PAC II (200 na Popular Nova / Jardim dos Estados e 200 no Guató).

Ao todo, são 2.246 casas que, somadas aos 130 terrenos doados pela Prefeitura ao Movimento Nacional de Luta pela Moradia para atender famílias do Loteamento Pantanal, e 56 apartamentos do programa Minha Casa Minha Vida, já entregues na cidade, o número sobre para 2.432, reduzindo o déficit em 54,04%. "São novas moradias para atender famílias de baixa renda e que vivem em situações de risco, já cadastradas pelo município", comentou o prefeito. A sua pretensão é aumentar ainda mais este número, com os novos projetos que estão tramitando em Brasília, junto ao Governo Federal.

O prefeito se mostra otimista com implantação de novos empreendimentos na cidade, inclusive para atender uma outra faixa da população, famílias com renda entre três e 10 salários mínimos. Para tanto, acentuou que a Prefeitura, por meio de lei, está concedendo incentivos fiscais, atraindo empresas do segmento da construção civil, para que invistam na cidade, construindo casas ou mesmo apartamentos para atender outras classes da sociedade.