6º DN comemora o Dia Internacional dos Mantenedores da Paz

 Marcos Boaventura
  

 O prefeito Ruiter Cunha de Oliveira (PT) prestigiou a solenidade e destacou o papel pacificador das Forças Armadas

Cerimônia militar realizada no Pórtico do 6º Distrito Naval, nesta sexta-feira (28), celebrou o Dia Internacional dos Mantenedores da Paz das Nações Unidas. Criada pela (ONU) em 1948, a data tem o propósito fundamental de ressaltar a manutenção da paz e da segurança internacional. Oficiais e praças que participaram de missões no Haiti participaram da solenidade. “É um país que vive uma crise econômica, política, onde a violência era predominante, e que tenta se estabilizar”, disse o capitão-de-fragata Luiz Henrique Chade.

Hoje comandante do grupo de Fuzileiros Navais de Ladário, Chade esteve no Haiti em 2007. O comandante do 6º Distrito Naval, contra-almirante Domingos Sávio Almeida Nogueira, também participou de uma missão no país da América Central. “Em 2004 fui comandante do Navio de Desembarque Doca Ceará, que levou os primeiros contêineres e viaturas dos fuzileiros. Materiais que estão lá até hoje”, contou. “A Marinha tem na defesa da pátria sua principal função. Mas também temos a tarefa de levar paz, sob a égide de organismos internacionais, como a ONU”, continuou o contra-almirante Domingos Sávio.

O prefeito Ruiter Cunha de Oliveira (PT) prestigiou a solenidade e destacou o papel pacificador das Forças Armadas. “A Marinha tem um importante função, não só no território nacional, mas também em locais que necessitam de paz”, comentou. “Esta data é muito justa porque homenageia pessoas que deixam suas famílias, seu país em prol de um objetivo coletivo. São pessoas que merecem e precisam ser valorizadas”, completou.

Histórico

Dia Internacional dos Mantenedores da paz faz uma referência ao dia 29 de maio de 1948, quando o Conselho de Segurança da organização das Nações Unidas autorizou, pela primeira vez, uma operação de Manutenção da paz. A mobilização se deu na Palestina após o cessar-fogo da guerra árabe-israelense e, a partir daí, iniciava-se a busca de soluções pacíficas para os conflitos internacionais. Já o Brasil, participa da Missão de Paz desde 1956, quando enviou tropas para Suez, no Egito.

Rodrigo Nascimento – Subsecretaria de Comunicação Institucional