Sexta etapa do Se Essa Rua Fosse Minha já está em andamento

  Marcos Boaventura
  

Projeto cuja etapa foi entregue nesta terça-feira é desenvolvido com recursos do Fundo Municipal de Investimento Social (FMIS)

A pavimentação no bairro Jardinzinho, entregue nesta terça-feira (5) pela Prefeitura de Corumbá, faz parte da quinta etapa do Projeto Se Essa Rua Fosse Minha, implantado em 2007 pelo prefeito Ruiter Cunha de Oliveira (PT), que une a urbanização de bairros à geração de renda e capacitação dos moradores. Paralelamente, a sexta etapa do projeto já está em andamento, sendo que 62 alunos já passaram pelas aulas teóricas e estão aprendendo a fabricar as lajotas que serão utilizadas na pavimentação de ruas e alamedas dos bairros Generoso, Loteamento Pantanal, Conjunto Primavera, Jardim Piúva, Kadwéus e Cherogami I.

O projeto é dividido em duas etapas. Na primeira, os alunos passam por 60 horas de capacitação teórica ministrada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Em seguida, são submetidos a três meses de estágio prático, quando realizam a pavimentação com lajotas de ruas e alamedas dos bairros onde moram. Durante todo o período, os alunos recebem uma bolsa auxílio.

Ainda na quinta etapa do Se Essa Rua Fosse Minha, foram entregues 3.075 metros quadrados de lajotamento no distrito de Albuquerque, distante cerca de 70 quilômetros da área urbana de Corumbá. Boa parte da avenida Imaculada Conceição, a principal via da localidade, foi pavimentada. Outra frente de trabalho, no bairro Aeroporto, também está em andamento.

“Este projeto tem grande alcance social porque é feito em conjunto com a sociedade, que se beneficia diretamente, tanto socialmente quanto com a infra-estrutura”, destacou a gestora da iniciativa, a primeira-dama e secretária especial de Integração de Políticas Sociais, Beatriz Cavassa de Oliveira. Ela explicou que no bairro Dom Bosco, as lajotas já estão sendo assentadas e, no Loteamento Pantanal, o trabalho começa na segunda quinzena de janeiro.

O projeto é desenvolvido com recursos do Fundo Municipal de Investimento Social (FMIS). “O fundo é formado por parte do ICMS que é repassado ao Município. Todos os recursos são para investimentos na área social”, explicou o secretário de Gestão Governamental, Cássio Augusto da Costa Marques, gestor do FMIS.

O fundo municipal é administrado por um conselho gestor formado pela prefeitura e entidades da sociedade civil. “Toda entidade cadastrada no Conselho Municipal de Assistência Social pode apresentar projetos ao FMIS. Eles serão avaliados pelo conselho, que define as prioridades”, completou Cássio. A primeira reunião do conselho gestor em 2010 deve ocorrer ainda neste mês.

Rodrigo Nascimento – Subsecretaria de Comunicação Institucional