Corumbá, um dos melhores destinos para as férias no Brasil

 Prefeitura de Corumbá

  
Grupos de turistas escolhem Corumbá como destino, nas férias

Que tal passar as férias em uma das cidades mais antigas e históricas de Mato Grosso do Sul, Corumbá. Conhecida como Cidade Branca, completa no dia 21 de setembro 230 anos. É um verdadeiro cartão postal, rica em aspectos histórico, cultural, folclórico, arqueológico e arquitetônico, além de suas belezas naturais.

No passado foi o terceiro maior porto fluvial da América Latina, período de glória incrustado no seu conjunto arquitetônico, no Porto-Geral, que lembra Buenos Aires e Montevidéu – cidades com as quais tinha forte ligação pela Hidrovia Paraguai-Paraná, o Casario do Porto foi construído no século XIX e tombado em 1992 pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

Pode-se dizer que Corumbá possui vários destinos em um.  Com infra-estrutura e equipamentos necessários para atender vários segmentos, tais como o ecoturismo, pesca esportiva e turismo culural e de eventos.

Um conjunto de equipamentos e serviços de alto nível oferecidos por profissionais e guias cpacitados, cozinha, receptivo, e hotéis, permitem afirmar que a Capital do Pantanal está preparada para receber um grande fluxo de turistas, atendendo a todos os gostos e exigências.

A fronteira com a Bolívia é um atrativo potencial considerado no município que abriga 60% de todo o território do Pantanal, torna-se uma importante entrada de turistas vindos da América do Sul, já que o município de Porto Suarez recebe vôos internacionais, e sem contar com o trem que cruza a cordilheira até o Pacifico.

Para quem busca lazer e tranqüilidade, Corumbá tem uma importante frota de barcos para pesca amadora fluvial. Existem trinta e três barcos que somam mais de 600 leitos. Nessa frota, segurança e conforto são prioridades. Constantemente, é submetida a uma rigorosa vistoria efetuada pela Capitania dos Portos do Pantanal, órgão da Marinha do Brasil.

Quanto ao conforto, os barcos oferecem um pacote de cinco dias, onde está incluso diárias em camarotes com banheiro privativo, ar condicionado, alguns com frigobar, refeitório, TV, DVD, karaoquê, aparelho de som, antena parabólica, isca, bebida.

Mas se é aventura que você procura nada melhor que uma visita a Estrada Parque Pantanal, que desde 1993 foi decretada pelo Governo Estadual como área de Especial Interesse Turístico.

Passear pelos 120 quilômetros da Estrada Parque se assemelha à sensação de estar em um zoológico natural, a céu aberto e sem as grades que separam público e animais. As estradas de terra MS-184 e MS-228 que formam a principal via de ligação entre o Pantanal da Nhecolândia e Corumbá proporcionam a contemplação da biodiversidade pantaneira.

Ao longo do caminho surgem corixos, pequenos lagos, ninhais, cruza-se dezenas de pontes de madeiras. É possível encontrar ainda, peões conduzindo a boiada, nas famosas comitivas, centenas de jacarés tranqüilamente parados à beira de um corixo, se banhando ao sol, a menos de cinco metros da rodovia. Famílias de capivaras cruzando rapidamente a estrada, de um lado para outro. Têm ainda tuiuiús, garças, inúmeras aves em vôos conjuntos ou solitários. Quatis, tatus e tamanduás completam as atrações deste verdadeiro zoológico ao ar livre.

Ao longo da estrada distribuem-se sete pousadas (fazendas para ecoturismo) com cerca de 300 leitos, além de espaço para camping, com acampamento para mochileiros.

Gastronomia

Assim como na língua, na música, nas artes plásticas é possível também na gastronomia identificar a influência dos países vizinhos: Paraguai e Bolívia. Os restaurantes da cidade atendem todo o tipo de paladar, graças às cozinheiras e mestres cucas, que conhecem com propriedade especiarias da terra, por serem pantaneiros e filhos de Corumbá.

Os pratos vão desde pescados, mandioca com carne seca, churrasco, sempre feito à base de costela, até o sorvete de bocaiúva, caldo de piranha e o mate chimarão, refrigerante feito a partir da erva-mate, fabricado na industria local. Sua coloração verde e sabor aguçado, já se incorporaram aos hábitos dos Corumbaenses.