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Município segue com ações de rotina contra o Aedes aegypti

08 de Junho de 2018 - 11h55

Eliminação de focos tem o objetivo de impossibilitar o desenvolvimento do vetor (Foto: Renê Marcio Carneiro/PMC) Eliminação de focos tem o objetivo de impossibilitar o desenvolvimento do vetor (Foto: Renê Marcio Carneiro/PMC)

Boletim epidemiológico da Vigilância em Saúde mostra que durante a Semana 21 de 2018 (referente ao período de 20 a 26 de maio) foram visitados 1.275 imóveis nas atividades de rotina combate ao mosquito Aedes aegypti.

 

Nestes locais, as equipes da Secretaria Municipal de Saúde realizaram a eliminação de focos, com o objetivo de impossibilitar o desenvolvimento do vetor e orientação junto aos moradores para que evitem o acúmulo de materiais que possam favorecer o depósito de ovos do mosquito transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya. 

 

A equipe de bloqueio mecânico realizou ações na micro área Detran. Houve a execução de manejo ambiental em todos os casos notificados. As equipes da Secretaria de Saúde promoveram ação educativa com orientações de combate aos vetores, oficinas de repelente natural (citronela e cravo da índia) e mosquitoeira. 

 

O boletim epidemiológico traz informações referentes à dengue, zika vírus; chikungunya; leishmaniose e violência e Vigilância Ambiental em Saúde.  


Dengue 

 

Até a semana 21 foram notificados 150 casos de Dengue, destes 08 foram confirmados. A dengue é uma doença febril aguda, de origem viral e de evolução benigna na forma clássica, e grave quando se apresenta na forma hemorrágica. Transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, a dengue é uma doença viral que se espalha rapidamente no mundo. 


Vírus Zika 

 

Até a semana 21 foram notificados 17 casos de Zika. A Zika é uma doença viral aguda, transmitida principalmente, pelos mosquitos Aedes Aegypti e Aedes albopictus, caracterizada por exantema manchas avermelhadas na pele, febre, vermelhidão nos olhos, dor nas articulações, dor de cabeça e dores musculares. A maior parte dos casos apresentam evolução benigna e os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente após 3-7 dias. 


Chikungunya 

 

Até a semana 21 foram notificados 32 casos de Chikungunya destes, 04 casos foram confirmados. A transmissão se dá através da picada de fêmeas dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus infectadas pelo vírus. Casos de transmissão vertical (transmissão da mãe para o filho durante a gestação ou durante o parto) podem ocorrer e, muitas vezes, provocam infecção neonatal grave. Pode ocorrer também transmissão por via transfusional (transfusão de sangue), considerada rara de acordo com protocolos analisados. 


Leishmaniose 

 

Até a semana epidemiológica 21 de 2018, foram confirmados 02 casos de Leishmaniose Visceral nos bairros Cravo Vermelho III e Popular Nova. A leishmaniose visceral era, primariamente, uma zoonose caracterizada como doença de caráter eminentemente rural. Mais recentemente, vem se expandindo para áreas urbanas de médio e grande porte e se tornou crescente problema de saúde pública no país e em outras áreas do continente americano, sendo uma endemia em franca expansão geográfica. É uma doença, caracterizada por febre de longa duração, perda de peso, fraqueza e anemia, dentre outras manifestações. Quando não tratada, pode evoluir para óbito em mais de 90% dos casos. No Brasil, a forma de transmissão é através da picada dos vetores Lutzomyia longipalpis, ou Lutzomyia cruzi, conhecidos popularmente por “mosquito palha”.

 

Influenza

 

Até a semana epidemiológica 21 foram registrados 12 casos suspeitos de infecção pelo vírus influenza. Comumente conhecida como gripe, a Influenza é uma doença viral febril, aguda, geralmente benigna e autolimitada. Frequentemente é caracterizada por início abrupto dos sintomas, incluindo febre, calafrios, tremores, dor de cabeça, dor muscular e perda de apetite, assim como sintomas respiratórios com tosse seca, dor de garganta e coriza. A infecção geralmente dura uma semana. Algumas pessoas, como idosos, crianças novas, gestantes e pessoas que apresentam outras enfermidades possuem um risco maior de desenvolver complicações devido à influenza. A vacinação é a intervenção mais importante na redução do impacto da influenza. 

 

Vigilância Ambiental em Saúde 

 

A Vigilância Ambiental em Saúde é um conjunto de ações que proporciona o conhecimento e a detecção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana, com a finalidade de identificar as medidas de prevenção e controle dos fatores de risco ambientais relacionados às doenças ou outros agravos à saúde. 

 

Entre as atividades realizadas estão o cadastro de imóveis e distribuição de hipoclorito de sódio, coleta e analise de água para consumo humano e visitas técnicas e capturas de animais peçonhentos. Até semana 21 foram 90 visitas técnicas a imóveis nos bairros Guanã, Guatós, Nova Corumbá e Popular Nova; com a captura de 19 animais peçonhentos.


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