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Comissão apresenta COAPES a representantes de faculdades particulares

12 de Janeiro de 2018 - 17h37

Reunião aconteceu no auditório da Prefeitura. (Foto: Renê Marcio Carneiro) Reunião aconteceu no auditório da Prefeitura. (Foto: Renê Marcio Carneiro)

Comissão de Contrato Organizativo de Ação Pública Ensino-Saúde (COAPES) de Corumbá reuniu-se na tarde desta sexta-feira, 12 de janeiro, no auditório do Paço Municipal, com representantes de instituições privadas de ensino. A intenção foi expor o COAPES e mostrar diretrizes da Portaria Interministerial estabelecidas para fortalecimento da integração entre ensino, serviços e comunidade no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Participaram da reunião o secretário municipal de Saúde, Rogério Leite – presidente da comissão – bem como Rosemarie Dias Fernandes da Silva, assessora executiva da Secretaria Municipal de Saúde, secretária da comissão, além de outros integrantes. Compareceram também o diretor do Campus Pantanal da UFMS, Edgar A. Costa; o diretor do Polo Anhanguera Uniderp, Carlos Augusto Martins Faria; Patrícia Greicy Pereira da Silva, gerente do SENAC em Corumbá; padre Jair Marques de Araújo, da Faculdade Salesiana de Santa Teresa; Wilson de Melo, representando a UNOPAR; e Wilson Baruki, médico da Santa Casa.

 

Conforme Rogério Leite, participam do COAPES o Município, Estado e instituições que têm interesse de oferecer estágio aos alunos utilizando as unidades de saúde no âmbito do SUS. “Estamos organizando agora um contrato para que a gente celebre essa formação e redija, de certa forma, a maneira como os alunos e as instituições tenham obrigações na formação desses alunos. O Município tem a obrigação que rege à sua parte e as instituições têm suas obrigações diante do estudante e do Município”.

 

Da comissão fazem parte servidores da saúde do Município que têm ligação com processo de ensino-aprendizagem de alunos. Compõem também a comissão professores da UFMS, já que o COAPES já estava em formatação para a vinda do curso de Medicina para a UFMS. “Com a possibilidade agora de abertura da faculdade particular, entendemos que num processo avançado de dois anos de trabalho da nossa comissão, nós pudéssemos continuar com esse trabalho mesmo sendo a viabilidade da abertura da faculdade de medicina em uma instituição particular. Isso não muda a formatação de um contrato organizativo porque estabelece as obrigações do Município, Estado e da região com as instituições sempre celebrando o melhor ensino-aprendizagem para os alunos”, afirmou o secretário Rogério Leite.


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