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Blocos, Cordões e Escolas de Samba devem solicitar alvarás até dia 31

10 de Janeiro de 2018 - 20h24

Prefeito Marcelo Iunes assinou termo de cooperação entre Polícias, Justiça e Município. (Foto: Renê Marcio Carneiro) Prefeito Marcelo Iunes assinou termo de cooperação entre Polícias, Justiça e Município. (Foto: Renê Marcio Carneiro)

Durante reunião que resultou em acordo de cooperação entre Forças de Segurança, Judiciário e setores do Município para segurança no Carnaval, foi estabelecido que a entrada do processo para participação no Carnaval 2018 será pela Fundação do Meio Ambiente do Pantanal, que vai emitir DAM e licença ambiental. No local, blocos, cordões e escolas de samba devem realizar cadastro até até o dia 31 de janeiro. DAM e a licença só serão emitidos depois do alvará do Corpo de Bombeiros.


“Blocos, cordões e escolas de samba vão dar entrada no CAC, que é a abertura do processo inicial, que é o protocolo. Depois do protocolo aberto, os responsáveis vão ter que até a Fundação de Meio Ambiente do Pantanal para preencher os requerimentos, documentos necessários, e o protocolo do Corpo de Bombeiros. Só depois será emitida a DAM e a licença. Todos esses documentos, então, serão encaminhados à Postura. Só vamos emitir a DAM e a licença após o protocolo do Corpo de Bombeiros”, explicou Ana Cláudia Boabaid, diretora-presidente da Fundação do Meio Ambiente do Pantanal. No setor de Fiscalização de Posturas, será emitida a licença final com autorização para o evento que dependerá do preenchimento de todas as outras licenças pertinentes.


O subcomandante Lennon, do 3º Grupamento de Bombeiros Militar, afirmou que é necessário que promotores de eventos, responsáveis por blocos, cordões e escolas de samba procurem o quanto antes a seção de atividades técnicas do Grupamento. “Vamos orientar. Por exemplo, o local de concentração de blocos deve estar certificado junto ao Corpo de Bombeiros Militar. Vamos exigir documentação referente à sonorização, instalação elétrica e se for ter palco, documento referente à estrutura. Isso tudo deve ser feito por profissional cadastrado junto ao Corpo de Bombeiros Militar”.


A seção dos bombeiros responsável pela parte de combate a incêndio e pânico vai realizar inspeção anteriormente ao evento. Serão analisados extintores, parte elétrica, sonorização e estrutura do palco. Já os trios elétricos devem passar tanto pela inspeção dos bombeiros quanto pela vistoria da Agência Municipal de Trânsito e Transporte (Agetrat). Durante o Carnaval, essa fiscalização será realizada em caso de denúncia ou se for verificada irregularidade presencialmente por algum militar.


“Durante o evento, vamos trabalhar com o serviço operacional que é o atendimento pré-hospitalar. Serão 12 viaturas em Corumbá, sendo duas estabelecidas na rua Sete de Setembro e as outras estarão na base à disposição. Cada viatura que estiver na rua terá cerca de quatro militares, mas também estarão disponíveis aqueles que ficarão de prontidão no Grupamento”, explicou o subcomandante Lennon.

 

*Carnaval 2018: Reunião resulta em acordo de cooperação para segurança


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