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Acadêmicos abre o baú de sua história e levanta o público

11 de Fevereiro de 2013 - 21h10

Acadêmicos do Pantanal (Foto: Marcos Boaventura) Acadêmicos do Pantanal (Foto: Marcos Boaventura)

Um show de brilho e nostalgia: assim pode ser resumido o desfile da Acadêmicos do Pantanal na abertura do desfile do Grupo Especial na noite desta segunda-feira. Com o sugestivo samba-enredo “Recordar é Viver”, a ‘Verde, branco, azul e amarelo’ abriu o baú e resgatou os 11 sambas-enredo de sua história recente em 11 alas coloridas e repletas de brilho.

 

O histórico “Odisseia no Espaço”, primeiro samba-enredo da escola, em 2002, veio retratado na Comissão de Frente e no Abre-Alas, com ares futuristas e guerreiros do espaço a postos para a defesa do planeta. O carro trouxe o Tuiuiu, símbolo maior da Acadêmicos, e lançou uma pergunta inquietadora sobre a vida fora do Planeta Terra: “estamos sozinhos”?

 

Interpretado por Flavio do Cavaco, Thiago e Paulo do Flor, o samba de Marcos César faz um passeio musical pela Grécia e seus semideuses; as manifestações da natureza; os índios Quarup; a noite e seus fenômenos. No segundo carro alegórico, a figura de Mawutzinin, o demiurgo e primeiro homem do mundo segundo a mitologia indígena.

 

O sétimo samba-enredo da Acadêmicos, Mistérios do Mar, rendeu o primeiro título da escola no carnaval corumbaense representou Poseidon, o deus do mar, figura mitológica, e abusou das penas e acetatos cor de laranja. No carro alegórico, uma escultura do deus do mar com seu tridente e o carnavalesco Kessy como destaque.

 

Comandados pelo mestre José do Vitória Régia, os 90 guardiões do mar, com suas caixas, tambores, surdos e tamborins, num ritmo esfuziante. O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Dayse e Marcelo, também encantaram o público, com suas roupas luxuosas e exibiram com orgulho o Tuiuiu do Pantanal.  O último samba da escola, que rendeu o vice-campeonato no ano passado, viajou ao mundo das Fadas, Gnomos e Duendes.

 

Para fechar com chave de ouro, a escola guardou o momento mais emocionante para sua última ala: a homenagem à Dona Bizuca, falecida no final do ano passado. Como a matriarca da Acadêmicos do Pantanal é também mãe do carnavalesco da agremiação, Jackelyny Pazzolyny, e de Erykarla, ambos foram os destaques do último carro alegórico.

 

Quem conhecia dona Bizuca sabia do carinho especial que ela tinha pela Ala das Baianas. A escola, em homenagem, colocou a ala para encerrar o desfile, atrás do carro alegórico “Recordar é Viver”, com baianas vestidas de saias rodadas repletas de alegorias às três predileções da matriarca, cerveja, samba e música.  

 

Como prometeu Jackelyny, o desfile da Acadêmicos transmitiu alegria e emoção, sem jamais deixar de atentar para os quesitos técnicos. 


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